Dossier: Naked/Streetfighter

A par dos modelos super-desportivos, sempre andaram as versões “despidas”, as naked/streetfighter. Nestas versões, as características são praticamente inalteradas, em relação às motos derivadas das SBK, muito potentes, com tecnologia de ponta e estéticas arrebatadoras. Tudo isto com mais conforto e facilidade de condução!

Texto: Domingos Janeiro

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Potência e exclusividade

Os modelos naked ou as streetfighter (assim apelidadas as mais extremas e agressivas), sempre andaram de mão dada com as mais recentes tendências desportivas, porque, na verdade, estas nada mais são do que as versões “despidas” de carenagens das puras desportivas.

Além das estéticas agressivas, normalmente com a predominância de grandes ângulos e esquemas gráficos ousados, as naked/streetfighter de grande cilindrada destacam-se pela potência dos seus blocos e pela tecnologia empregue nos sistemas de controlo e gestão electrónica. São motos com muita potência e velocidades de ponta bastante acima dos limites legais, nem sempre aproveitável devido à ausência (ou muito baixa) protecção aerodinâmica. Ainda assim, por toda a sua exclusividade, são um dos segmentos que “enchem” sempre o olho e que despertam muitas paixões, com ciclísticas de topo e não tão extremas, no que toca a posição de condução (comparativamente às desportivas), o que tornam a condução mais aprazível no dia-a-dia na cidade, ou em viagens de média deslocação.

Sem o vigor de outras épocas, este é um segmento que está a conseguir reinventar-se, com uma escalada de potência e prestações que voltam a impressionar. Exemplo disso é a nova Ducati Streetfighter V4, que se prepara para ver a luz do dia em 2020, e a MV Agusta 1000 Serie Oro, que promete ser a steetfighter mais potente da actualidade, com uns impressionantes 208 cv de potência.

Desta vez, apresentamos as naked/streetfighter mais potentes e exclusivas do mercado.

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