A Associação Europeia de Fabricantes de Motociclos (ACME) está preocupada com o anúncio das autoridades americanas e europeias relativamente ao aumento de taxas alusivas à importação de metal e alumínio face aos EUA.

Os Estados Unidos da América preparam-se para aumentar as taxas de produtos importados, como do aço e do alumínio, sendo que a indústria de motociclos poderá vir a ser fortemente penalizada. Segundo os dados do Eurostat, em 2016, as exportações de motociclos para os EUA foram da ordem os €483, milhões, ou seja, representam quase 30% de todas as exportações europeias do sector. Para além destes dados, há ainda a acrescentar que também o mercado de acessórios europeu remeteu nesse mesmo ano qualquer coisa como 139.6 milhões em peças e componentes para os EUA (30.8% no total), quer isto dizer que o mercado norte-americano continua a ser o principal mercado dos players europeus.

Fala-se nesta altura de retaliações por parte de membros da ACME, como por exemplo a Harley-Davidson, uma das multinacionais aqui filiadas. A Associação escreveu já para a Comissão Europeia de Comércio, referindo que caso os EUA sigam para a frente com o aumento desta taxa, poderá haver várias baixos nos 156.000 postos de trabalho europeus localizados na indústria das motos, ciclomotores, triciclos e quadricilos na União Europeia.

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