A Macna continua a produzir equipamento de competição ao mais alto nível, reforçando em 2026 o seu programa de desenvolvimento em conjunto com pilotos do MotoGP, Moto2, Moto3 e World Supersport.
O objetivo é claro: transformar o feedback real de corrida — a mais de 300 km/h — em inovação aplicada aos fatos e luvas que chegam aos circuitos… e depois ao mercado.
Feedback ao limite, inovação imediata
No motociclismo de velocidade, cada detalhe conta. A forma como o fato se ajusta durante mudanças agressivas de direção, o comportamento da ventilação a alta velocidade ou a facilidade de operar comandos em plena luta por posição são fatores que só podem ser avaliados em contexto real de corrida.
É aqui que entra o trabalho conjunto entre a Macna e os seus atletas. Sempre que um piloto ultrapassa o limite — e por vezes acaba na gravilha —, o processo recomeça no paddock. No camião de assistência técnica da marca, presente nas rondas do MotoGP, os fatos são inspecionados, limpos, reparados ou substituídos. Paralelamente, o primeiro feedback é recolhido e enviado para o centro de desenvolvimento da marca em Itália, dando início a novas melhorias.

Michele Pirro lidera equipa de desenvolvimento
Entre os nomes mais sonantes do programa 2026 está Michele Pirro, piloto de testes da Ducati no MotoGP e presença habitual no paddock da categoria rainha. A sua experiência no desenvolvimento de motos vencedoras do Mundial é uma peça-chave na evolução dos fatos de corrida da marca.
Em Moto2, a Macna acompanha a estreia de Luca Lunetta, enquanto em Moto3 a lista de talentos é extensa: Valentín Perrone, David Almansa, Matteo Bertelle, Joel Esteban, Jesús Ríos e Cormac Buchanan fazem parte da nova geração que ajuda a moldar o equipamento do futuro.
Já no Mundial de Supersport, destaque para a estreia de Marcos Ramírez, que após mais de uma década entre Moto2 e Moto3 inicia um novo capítulo competitivo.
Tecnologia desenvolvida à velocidade da competição
Se antigamente as corridas de estrada eram disputadas em vias públicas fechadas, hoje os circuitos são laboratórios tecnológicos onde se atingem velocidades acima dos 350 km/h. É neste ambiente extremo que a Macna testa materiais, ergonomia, ventilação e resistência à abrasão, garantindo que cada evolução nasce de situações reais e não apenas de testes estáticos.

A estratégia é simples: quanto mais exigente o cenário, mais robusta será a solução final.
Com um plantel renovado e uma forte presença internacional, a Macna entra em 2026 determinada a transformar experiência de corrida em vantagem competitiva, dentro e fora da pista.
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