O Grande Prémio de Itália de MotoGP tem sido de altos e baixos para Miguel Oliveira.
O piloto da Prima Pramac Yamaha aproveitou para se destacar no primeiro dia de treinos, falhando o acesso direto à Qualificação 2 por muito pouco, começando o fim de semana em tom positivo, mas no segundo dia, este sábado, a situação em pista alterou-se significativamente e isso resultou numa performance menos positiva.
Miguel Oliveira começou por sofrer na qualificação ao nem sequer conseguir igualar aquele que tinha sido o seu melhor tempo no Treino, o que o fez arrancar para a corrida Sprint de MotoGP da 17ª posição, e logo aí se percebeu que um resultado dentro do Top 9 (lugares pontuáveis) seria uma missão muito complicada.
E na corrida Sprint, de 12 voltas ao circuito de Mugello, mesmo tendo conseguido ‘safar-se’ das habituais confusões que acontecem nas primeiras curvas, e que podem resultar em quedas e abandonos, as dificuldades acentuaram-se significativamente deixando o #88 da Prima Pramac Yamaha com poucas possibilidades de ascender na classificação.
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Com as temperaturas registadas no circuito de Mugello a subirem de forma acentuada, a Yamaha YZR-M1 acabou por tornar-se mais complicada de pilotar. E isto foi um facto notório para todas as quatro motos Yamaha em pista.
No caso de Miguel Oliveira, e no seguimento do que o piloto português se tinha queixado na sexta-feira, ao sentir pouca confiança na inserção da moto em curva de forma a atingir todos os apex, fator particularmente relevante principalmente nas curvas em sequência do traçado italiano, desta feita a sua M1 #88 sofreu de vibrações excessivas.
O piloto português espera, em conjunto com a sua equipa técnica, conseguir analisar os dados recolhidos nesta Sprint em que foi 13º classificado, e que isso permita encontrar novas soluções e estratégias, sendo que na opinião de Miguel Oliveira o problema não está unicamente relacionado com os pneus Michelin:
“A corrida foi muito, muito complicada. Sofri muitas vibrações, especialmente nas curvas à esquerda, e a partir da 3ª volta para a frente, tudo foi piorando. Não consegui pilotar por cima dos problemas ou puxar mais forte. Pode estar relacionado com o pneu, embora eu pense que os pneus não são o único problema. Ainda assim, penso que fui a única Yamaha a ganhar posições, mas foi complicado. Precisamos de analisar tudo e fazer alterações a sério. Espero que o suficiente para encontrar um bom ritmo e recuperar algum terreno”, referiu Miguel Oliveira em reação ao que aconteceu na corrida Sprint.
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