InícioDesportoMotoGP 2025 – A reação de Miguel Oliveira ao primeiro dia do...

MotoGP 2025 – A reação de Miguel Oliveira ao primeiro dia do GP dos Países Baixos

Miguel Oliveira foi 14º no final do primeiro dia do GP dos Países Baixos de MotoGP. Aqui ficam as explicações do piloto da Prima Pramac Yamaha.

-

Hoje foi um dia, principalmente na parte da tarde, verdadeiramente caótico para os pilotos de MotoGP. Na decisiva sessão de Treino que definiu os pilotos que entram diretamente na Qualificação 2 do Grande Prémio dos Países Baixos, muitas quedas, bandeiras vermelhas (duas), motos em chamas e muitas bandeiras amarelas atrapalharam a missão dos pilotos. Entre eles esteve Miguel Oliveira.

O piloto português da Prima Pramac Yamaha, depois de ter sido o melhor dos pilotos da marca japonesa há uma semana em Itália, procura no fluido e muito rápido circuito de Assen manter a fase de crescimento em termos de resultados obtidos após regresso de lesão.

No Treino, o caos que aconteceu em pista, com muitas interrupções já na fase decisiva da sessão, Miguel Oliveira procurou garantir uma posição dentro do Top 10, até porque pelo que se viu da parte de Fabio Quartararo (Monster Energy Yamaha), que foi mesmo o mais rápido em pista, a Yamaha YZR-M1 está mais adaptada ao traçado neerlandês.

Infelizmente para as ambições do #88, as temperaturas mais baixas que se registaram neste primeiro dia do Grande Prémio dos Países Baixos criaram uma combinação de fatores que alterou a estratégia habitual e que se previa para este Treino.

Leia também – MotoGP 2025: Horários do Grande Prémio dos Países Baixos

- PUBLICIDADE -

O principal problema, para além das incidências que já referimos e que ‘cortaram’ várias voltas rápidas devido às interrupções e bandeiras amarelas constantes, foi conseguir que a M1 pudesse usar o pneu de composto médio.

Miguel Oliveira destacou que foi impossível recorrer a esse pneu médio pois não deu para o colocar na janela de temperatura ideal para que funcionasse em Assen.

Com condições de aderência traiçoeiras, o português optou por alterar a sua abordagem ao Treino, entrando na box e aí permanecendo (tal como outros pilotos também o fizeram) por largos minutos, optando por apostar tudo nos minutos finais da sessão.

Acabou por terminar com o 14º tempo, tendo por isso de enfrentar a traiçoeira Qualificação 1. Mas mostra-se confiante para o que falta do fim de semana neerlandês depois do trabalho que realizou neste primeiro dia de Grande Prémio dos Países Baixos com a sua equipa Prima Pramac Yamaha:

“Foi uma sessão interminável devido às bandeiras vermelhas, o que tornou as coisas mais complicadas do que o habitual pois não sabíamos quando seria possível regressar à pista. Do ponto de vista técnico, inicialmente eu pensei que o pneu médio seria a escolha ideal, mas acontece que se tornou imprevisível devido às condições de pista e condições climatéricas. Por isso, decidi entrar na box e esperar dez minutos e focar-me nos ataques ao cronómetro. Como todos vimos hoje, vários pilotos caíram devido à falta de temperatura do pneu. Isto deveu-se porque se tornou complicado escolher o composto correto para as condições de pista, semelhante ao que tivemos em Silverstone, que também foi muito traiçoeiro. Aqui em Assen vamos fazer o nosso melhor. Com a informação que recolhemos hoje, estou a sentir-me mais confiante para o que falta do resto do fim de semana”.

- PUBLICIDADE -

Fique atento a www.motojornal.pt para estar sempre a par de todas as novidades do mundo do desporto em duas rodas. E siga-nos no Canal Oficial da Revista Motojornal no WhatsApp para receber todas as notícias atualizadas diretamente no seu telemóvel de forma ainda mais prática!

- PUBLICIDADE -