O Grande Prémio de França de MotoGP, que se disputa este fim de semana de 9 a 11 de maio – clique aqui para ver os horários completos –, assinala o regresso de Miguel Oliveira à competição.
Dois meses depois do incidente que obrigou o #88 a falhar por lesão três Grandes Prémios nesta temporada 2025, teremos novamente o piloto português a assumir a sua posição na box da Prima Pramac Yamaha.
Já no circuito de Le Mans, a poucas horas de poder participar no Treino Livre 1 que dará início às atividades em pista, Miguel Oliveira falou com o portal oficial do campeonato, e diretamente de Le Mans temos as novas declarações do piloto da Prima Pramac Yamaha.
O #88 conta mais alguns detalhes do que foi a recuperação da lesão, como antevê este fim de semana de GP de França e os objetivos que define, e também aborda a evolução da Yamaha YZR-M1 como se viu em Espanha.

Sobre a recuperação da lesão
“Estou muito entusiasmado por estar de volta à moto. A recuperação foi longa, não foi uma das mais difíceis que tive, mas foi bastante complicado voltar a movimentar o braço sem correr o risco de sofrer outra luxação da clavícula. Por isso foi complicada, tentando aumentar a capacidade de movimento, tentando aumentar a força sem sofrer novamente danos. Isso foi a parte mais complicada do processo de recuperação, e diria que o resto foi normal”.
Antevisão ao Grande Prémio de França
“Basicamente para mim é fazer com que cada volta conte. Passar por todas as sessões, e especialmente no domingo tentar terminar melhor do que comecei. Esse é o objetivo. Não me vou focar em posições, mas sim em construir um ritmo sólido, uma velocidade sólida em todas as sessões”.
Vai sentir dificuldades físicas?
“Todas as pistas são difíceis de andar numa moto de MotoGP. Diria que Le Mans encaixa na dificuldade média, não espero nada em particular, apenas o tempo fora da moto que eu tenho é que será o maior fator neste meu regresso”.
Análise ao crescimento das prestações da Yamaha
“Ver (a Yamaha) a partir de casa foi bastante encorajador, em especial a pole position no sábado, porque foi volta incrível do Fabio. Claro que quando se consegue um resultado como aquele depois de uma temporada complicada é um momento super motivador para a equipa, para todo o projeto, e especialmente para mim foi fantástico ver o Fabio lá em cima, mas também todos os outros pilotos foram bastante fortes. Por uma razão ou por outra não conseguiram fazer uma boa volta em qualificação, mas o Jack Miller estava a fazer uma corrida fantástica no domingo e depois o Alex Rins conseguiu fazer uma boa recuperação. Diria que foi um fim de semana sólido e precisamos de continuar assim”.

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