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MotoGP 2025 – Miguel Oliveira confirma que “Decidimos fazer uma mudança significativa. Não estou totalmente confortável”

Miguel Oliveira assume que antes da corrida Sprint do GP da República Checa fizeram uma mudança com a qual não se sente confortável.

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O segundo dia do Grande Prémio da República Checa de MotoGP foi mais uma batalha intensa de Miguel Oliveira para encontrar a melhor afinação na sua Yamaha YZR-M1. O português da Prima Pramac Yamaha não conseguiu, novamente, colocar em pista a velocidade que esperava conseguir atingir no circuito de Brno.

As dificuldades já sentidas pelo português noutras rondas de MotoGP, mas, principalmente, o que sentiu ao pilotar a sua moto no primeiro dia do Grande Prémio da República Checa, voltaram a fazer-se notar este sábado.

Isso acabou por se traduzir numa prestação abaixo do esperado na Qualificação, com Miguel Oliveira a ser apenas o 17º na grelha de partida para as corridas do fim de semana em Brno, e depois na corrida, mesmo tendo sido o único piloto Yamaha a conseguir terminar numa posição melhor do que aquela em que arrancou, a verdade é que o 13º lugar está ainda bastante abaixo das posições que dão pontos e que permitem ao piloto português ascender na classificação de pilotos.

A corrida Sprint até começou bem com Miguel Oliveira a conseguir ganhar três posições numa só volta, passando de 17º a 14º, e depois viria ainda a ganhar mais uma posição ao longo das restantes voltas até à bandeira de xadrez.

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Ainda assim, Gino Borsoi, diretor desportivo da Prima Pramac Yamaha, define a corrida do português como não tendo sido má, destacando que mesmo sem pontuar, a verdade é que Miguel Oliveira fechou a Sprint de MotoGP com a menor diferença para o vencedor que até agora tinha sido registada: 7 segundos.

Declarações de Miguel Oliveira

“Definitivamente a qualificação não correu bem, novamente. Tivemos dificuldade para conjugar uma volta rápida e limpa. Acabei por fazer o meu ataque ao cronómetro com um pneu traseiro médio, porque o macio estava a derrapar por todos os lados, por isso escolhi ir com o médio. O problema é que não encontrámos o mesmo nível de aderência que tivemos durante o teste aqui, por isso depois de passarmos dois dias inteiros aqui, parece que o teste não teve qualquer sentido. Tivemos uma reunião com a equipa e decidimos fazer uma mudança significativa na geometria da moto para a corrida Sprint, seguindo a afinação que atualmente estão a usar o Jack Miller e o Fabio Quartararo, coisas como distribuição de peso, distância entre eixos e mais. Não estou totalmente confortável com ela, pois a moto fica muito diferente de pilotar, mas pelo menos foi uma sessão de preparação valiosa para a corrida de amanhã. E que vai ser uma corrida longa”.

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