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MotoGP 2025 – Miguel Oliveira diz que “Tenho a certeza que a corrida podia ter sido muito melhor”

Miguel Oliveira já reagiu ao que aconteceu no segundo dia do Grande Prémio da Alemanha de MotoGP. Aqui ficam as declarações do português.

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Mesmo sendo um circuito onde em anos anteriores obteve bons resultados, inclusivamente em MotoGP, com destaque para o 2º lugar na Sprint em 2024, e mesmo tendo em conta que as condições climatéricas lhe seriam favoráveis tendo em conta a facilidade com que consegue pilotar à chuva, Miguel Oliveira assume que os resultados no segundo dia do Grande Prémio da Alemanha de MotoGP não foram bons.

A verdade é que a qualificação terminou com o piloto da Prima Pramac Yamaha em 13º, sendo que a sua volta na Q1, caso tivesse sido realizada na Q2, sessão à qual não passou, teria posicionado o #88 na 4ª posição da grelha de partida.

Mas a verdade é que Miguel Oliveira não conseguiu passar à Q2 e por isso, mais uma vez, acabou por ter de batalhar no meio do pelotão de MotoGP ao longo da corrida Sprint no circuito alemão de Sachsenring.

Mais uma vez esperava-se que o Falcão de Almada conseguisse usar do seu talento para ‘navegar’ a YZR-M1 pelo ondulante circuito alemão com muita água acumulada no asfalto, mas a corrida terminou com o português em 11º e, novamente, com muitas queixas do comportamento da sua moto em situação de corrida.

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Após as 15 voltas cumpridas, dando então por terminada a atividade no segundo dia do Grande Prémio da Alemanha, Miguel Oliveira reagiu, e em declarações à imprensa continua a mostrar o seu desagrado com a falta de aderência da moto preparada pela Prima Pramac Yamaha, apontando também a uma escolha errada no momento decisivo da qualificação:

“Definitivamente não foi o melhor dia. Na Q1 comecei com o traseiro médio e senti-me muito bem de imediato, mas quando parecia que a pista estava a secar, entrei para trocar de pneu. E foi exatamente quando começou a chover mais. Foi uma daquelas decisões que temos de fazer em três voltas, e infelizmente não resultou. Para a corrida, fui com o pneu macio atrás, mas basicamente não tinha aderência. Encontrei os mesmos problemas que no TL2 antes da qualificação. Não consegui manter a moto estável no limite, não tinha aceleração, nenhuma aderência. Tenho a certeza que a corrida podia ter sido muito melhor para mim. Do ponto de vista da afinação precisamos definitivamente de pensar em alguma coisa”.

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