Nos próximos dias 6 a 8 de junho o circuito espanhol Motorland Aragón será o palco do Grande Prémio de Aragão. A oitava ronda do calendário da temporada 2025 de MotoGP surge após uma sequência de três rondas em circuitos ‘favoráveis’ às características da Yamaha YZR-M1, a moto que Miguel Oliveira utiliza na categoria rainha.
O piloto da Prima Pramac Yamaha procura então aproveitar a boa fase da marca de Iwata no campeonato, e neste que será o terceiro Grande Prémio após regresso à competição, o foco do #88 é conseguir ser “Muito mais competitivo”.
Tendo, para já, dois pontos somados quando chegamos a este ponto da temporada de MotoGP, a verdade é que o circuito Motorland Aragón é de boas memórias para Miguel Oliveira.
Desde as primeiras visitar ao traçado perto de Alcañiz que o piloto português se revelou competitivo. Recordamos a vitória quando competia ainda em Moto3 no ano de 2015, o pódio em Moto2 em 2017 e respetiva “pole position” nesse ano, ou ainda o 6º lugar em MotoGP alcançado em 2020. Aliás, as qualificações de Miguel Oliveira no Grande Prémio de Aragão costumam ser positivas, como refletem as três vezes que conseguiu o 8º lugar na grelha de partida em MotoGP ou o 2º lugar em qualificação nas Moto3 em 2015.
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A qualificação será precisamente o primeiro momento decisivo do fim de semana do Grande Prémio de Aragão.
Em Silverstone, há duas semanas, Miguel Oliveira quase conseguiu o acesso direto à Qualificação 2 da categoria rainha, o que revela que, no que à procura de uma volta rápida, o português já terá encontrado o caminho a seguir em termos de afinação da sua Yamaha YZR-M1 preparada pela Prima Pramac Yamaha.
Porém, no próximo fim de semana o desenho do traçado espanhol apresentará dificuldades maiores para as características do protótipo japonês. Curvas mais lentas e que obrigam a fortes acelerações. E tudo isto tendo em conta que é um traçado ‘virado’ à esquerda, o que levará Miguel Oliveira ao seu limite no que à recuperação da lesão diz respeito, conforme o piloto nos confessa na sua antevisão ao Grande Prémio de Aragão:
“Fiz mais progressos em Silverstone, mostrando mais velocidade comparando com Le Mans. Neste momento estou a sentir-me melhor, mesmo que não esteja no meu pico de forma ou resistência. Todos os dias são um passo em frente, e todas as sessões com a moto fazem-me ser mais competitivo. Aragão vai ser outro teste interessante. Não é a pista mais exigente em termos físicos de uma forma geral, mas as muitas curvas à esquerda são um desafio para o lado do meu corpo que ainda está a recuperar. Ainda assim, espero ser muito mais competitivo este fim de semana”.
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