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MotoGP – A aderência “É o aspeto mais incrível” de Brno, diz Miguel Oliveira antes do GP da República Checa

Miguel Oliveira regressa ao circuito de Brno para o Grande Prémio da República Checa e destaca a aderência do novo asfalto.

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Com a última visita oficial do MotoGP ao circuito de Brno a acontecer em 2020, muita coisa mudou no histórico traçado que acolhe o Grande Prémio da República Checa – clique aqui para ver os horários completos . Em 2025 os pilotos da categoria rainha voltam a ‘pisar’ o asfalto de Brno, e para Miguel Oliveira é precisamente o asfalto do circuito a característica mais incrível do ondulante traçado.

Miguel Oliveira, que há algumas semanas já teve a oportunidade de rodar com a sua Yamaha YZR-M1 neste circuito por ocasião dos testes privados ali realizados, poderá por essa razão ter alguma vantagem sobre muitos dos restantes pilotos de MotoGP.

Os mais jovens nunca ali competiram com os protótipos do Mundial de Velocidade, como acontece com Pedro Acosta (Red Bull KTM Factory) que apenas chegou a tempo inteiro às Moto3 em 2021, e os mais velhos já não visitam Brno há mais de quatro anos em ambiente de competição.

Com tanta coisa a acontecer neste Grande Prémio da República Checa de MotoGP, Miguel Oliveira deu uma entrevista ao portal oficial do campeonato, ao programa Gear Up de antevisão do fim de semana, onde confessou qual é o aspeto, na sua opinião, mais incrível do circuito de Brno.

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O que diz Miguel Oliveira sobre o regresso ao circuito de Brno

Para o piloto português o circuito “Está exatamente como eu me lembrava dele, em 2020, quando competimos aqui pela última vez. É uma pista muito larga, na altura do teste viemos de Assen direto para aqui por isso senti que estava a rodar numa autoestrada. O aspeto mais incrível é a aderência. Foi muito boa.

Uma das razões porque não viemos mais aqui foi por causa da baixa aderência e penso que eles fizeram um grande trabalho (no reasfaltamento). Já vamos começar com um bom nível de aderência, e isso, certamente, vai ajudar-nos um pouco, pelo menos é isso que esperamos. Este ano nas pistas com mais aderência e onde conseguimos não sobreaquecer os pneus, geralmente deu bons resultados. É verdade que a temperatura está uns 20 graus a menos no asfalto do que tivemos no teste, por isso talvez isso nos possa ajudar.

Vai ser um começar do zero para todos, não quero ter muitas expectativas para a corrida. Demorei 5 a 10 voltas para relembrar a pista, até porque as motos são agora muito diferentes do que eram em 2020. Não penso que vou ter uma grande vantagem, mas na afinação e eletrónica, como já estamos muito centrados, e num bom lugar, talvez seja essa uma pequena vantagem que temos”.

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