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MotoGP – Miguel Oliveira mostra-se desapontado, mas acredita que podia “Estar mais próximo do Top 10”

Miguel Oliveira não esconde o desapontamento por não ter passado direto à Q2 de MotoGP do GP da Austrália.

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Depois de ter conseguido a passagem direta à Qualificação 2 de MotoGP pela primeira vez esta temporada na ronda anterior, o Grande Prémio da Indonésia, Miguel Oliveira tinha naturais ambições de repetir esse feito no Grande Prémio da Austrália que se iniciou nesta madrugada de sexta-feira (hora portuguesa) no circuito de Phillip Island.

O traçado australiano é ao gosto do piloto português da Prima Pramac Yamaha e, em teoria, também beneficiará as características do protótipo YZR-M1.

Infelizmente as aspirações do #88 acabaram por cair por terra no final do Treino que deu por terminada a atividade em pista neste primeiro dia do Grande Prémio da Austrália. Miguel Oliveira procurou apanhar ‘boleia’ de pilotos que acreditava que, sendo rápidos, o iriam ajudar a obter um bom tempo no ataque ao cronómetro.

Mas essa aposta revelou-se pouco acertada, pois nos dois momentos em que atacou o cronómetro durante o Treino de MotoGP, Miguel Oliveira ficou ‘preso’ atrás desses pilotos que acabaram por cometer erros e, com isso, impedir o português de conjugar todos os setores do circuito de Phillip Island de forma a garantir o acesso direto à Qualificação 2.

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A reação de Miguel Oliveira

Mesmo revelando estar desapontado pelo resultado neste primeiro dia de Grande Prémio da Austrália, Miguel Oliveira acredita que tem ritmo para estar mais perto do Top 10, ainda que refira, na sua reação aos resultados de hoje, que existem algumas coisas a rever na afinação da sua Yamaha de forma a garantir um melhor comportamento e resultados neste fim de semana em Phillip Island:

“Foi um dia traiçoeiro. Estou desapontado com os dois ataques ao cronómetro porque fiquei preso atrás de alguns pilotos que eu pensei que iam ser mais rápidos, mas eles acabaram por ser mais lentos e cometeram erros, que me impediram de tirar o melhor dos pneus. Se tivesse feito a volta sozinho, penso que teria conseguido ser dois ou três décimos mais rápido e estar mais próximo do Top 10. Ainda precisamos de trabalhar na moto. Está a abanar muito, temos muita carga na frente e na saída da última curva não consigo ter boa tração com a traseira. É tudo uma questão de pequenas afinações e veremos o que vou conseguir fazer amanhã”.

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