O primeiro dia do Grande Prémio do Japão de MotoGP não foi particularmente positivo para os objetivos de Miguel Oliveira. Pelo menos não terminou da melhor forma. O piloto português da Prima Pramac Yamaha até nem começou mal esta visita ao circuito Mobility Resort Motegi, com um 10º tempo no Treino Livre 1, mas a segunda sessão em pista viria a revelar-se significativamente mais complicada.
Pese embora Miguel Oliveira não tenha sido um dos pilotos que sofreram uma queda, a verdade é que, tanto da parte da manhã como depois na sessão da tarde, as condições de aderência do asfalto do traçado japonês, bastante traiçoeiras devido à temperatura mais elevada do que o habitual, causaram diversas quedas.
As quedas de outros pilotos acabaram por ter influência no resultado final do português da Prima Pramac Yamaha.
Mas Miguel Oliveira não resume o seu 22º lugar no final do primeiro dia do Grande Prémio do Japão apenas ao facto de ter sido apanhado na ‘teia’ de bandeiras amarelas no momento do ataque ao cronómetro.
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Para o #88, o decisivo Treino de MotoGP até começou de forma positiva, a sentir-se confiante com a sua YZR-M1, mas quando chegou o momento de aproveitar os pneus macios para fazer voltas rápidas que lhe permitissem sair do fundo da tabela de tempos, encontrou uma Yamaha desequilibrada no que à aderência diz respeito. Uma situação já sentida noutros Grandes Prémios ao longo desta temporada, e que agora volta a fazer-se sentir no Japão.
Sobre o primeiro dia do Grande Prémio do Japão, e no que foi uma curta reação à sua prestação em pista, Miguel Oliveira assume que foi um dia negativo, dizendo até que foi um desastre:
“Foi um dia complicado. Tinha um bom feeling com a moto, especialmente no início da sessão do Treino, mas durante o ataque ao cronómetro tivemos mesmo muitas dificuldades com o equilíbrio da aderência. Em cima disso, apanhei duas bandeiras amarelas com os dois pneus, o que não ajudou. Por isso, no geral, foi um pouco como um desastre”, destaca o piloto português.
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