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MotoGP – Miguel Oliveira não esconde que o GP do Japão “É uma corrida especial”

O Grande Prémio do Japão em Motegi é uma corrida bem especial para os pilotos de MotoGP. E Miguel Oliveira não esconde esse sentimento.

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Estamos a poucos dias do começo da 17ª ronda da temporada 2025 de MotoGP. Mas este Grande Prémio do Japão será também o primeiro evento da denominada ronda asiática. Este é por isso um fim de semana bem especial por todo o ambiente que envolve o que acontece no circuito Mobility Resort Motegi, que apesar de ser propriedade da Honda é também a ronda de casa da Yamaha. E um dos pilotos da marca japonesa que está em destaque é Miguel Oliveira.

O ainda piloto português da Prima Pramac Yamaha que, como sabemos, ainda não anunciou qual será o seu futuro enquanto piloto profissional de motos, está consciente de como o Grande Prémio do Japão é um momento especial.

Neste circuito de Motegi, os resultados do #88 em temporadas passadas são positivos. Conseguiu ser 2º em Moto2 e antes disso tinha sido 3º em Moto3. A estes pódios adicionou outros quatro resultados no Top 10. E se analisarmos a sua performance em qualificação, o melhor que Miguel Oliveira conseguiu foi um 2º lugar no GP do Japão de Moto3 em 2015.

Esse momento do fim de semana, a qualificação de MotoGP, será um dos pontos em que o #88 da Prima Pramac Yamaha irá focar a sua atenção. Tendo em conta que nas últimas duas corridas ao domingo conseguiu os seus melhores resultados do ano, bem como mostrar mais consistência no ritmo de corrida, garantir uma boa posição na grelha de partida da categoria rainha é o grande foco para o piloto e a sua equipa.

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miguel oliveira

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Esta participação no Grande Prémio do Japão de MotoGP arrancou de forma especial: uma visita à sede da Yamaha em Iwata.

Lado a lado com os restantes pilotos da marca, Miguel Oliveira foi recebido pelos responsáveis japoneses da marca. Houve também oportunidade para os pilotos interagirem com os trabalhadores da Yamaha, bem como experimentarem pilotar um avião num simulador especial denominado VSOP.

Tudo isto antes de um fim de semana em que a Yamaha YZR-M1 será posta à prova a vários níveis. O circuito de Motegi é muito exigente nas travagens. A Brembo define mesmo que o traçado é de nível 6 na dificuldade de travagem, o nível máximo.

A YZR-M1 sente-se bem na travagem o que poderá dar alguma vantagem a Miguel Oliveira, mas por outro lado teremos diversas zonas onde será preciso voltar a acelerar à saída de curvas mais lentas. E esse é um momento mais complicado para a moto da Yamaha.

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Seja como for, Miguel Oliveira revela estar animado com o Grande Prémio do Japão, e define também este momento da temporada de MotoGP como sendo bastante especial:

“Esta é uma corrida especial para mim, não apenas por ser o GP de casa da Yamaha com a Prima Pramac, mas também porque sou fascinado por este País e estou sempre feliz por regressar. Fazê-lo como piloto de um fabricante japonês torna-o ainda mais especial. Senti o grande entusiasmo dos trabalhadores da Yamaha durante a visita à YMR em Iwata e espero poder continuar a construir sobre os nossos progressos recentes. Estamos a melhorar todos os fins de semana e a mostrar a nossa competitividade, o que é uma grande motivação”.

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