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MotoGP – “O meu ritmo não estava longe do Top 10” diz Miguel Oliveira sobre a Sprint em Misano

Miguel Oliveira reage ao resultado da Sprint de MotoGP do Grande Prémio de São Marino em que terminou no 16º lugar.

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Se o resultado da qualificação (13º tempo) e, mais do que o resultado, a performance que representou uma melhoria significativa do seu tempo por volta, deixava antever uma boa prestação na corrida Sprint de MotoGP a contar para o Grande Prémio de São Marino, a verdade é que o 16º lugar de Miguel Oliveira não espelha essas expectativas.

Num fim de semana que tem sido uma espécie de ‘montanha russa’ no que às performances diz respeito, com a Yamaha YZR-M1 #88 a apresentar altos e baixos e com isso a dificultar a missão do piloto português no Misano World Circuit Marco Simoncelli, Miguel Oliveira e a Prima Pramac Yamaha esperavam continuar a somar pontos nesta corrida de sábado.

Uma corrida que começou bem, com um bom arranque a partir da 12ª posição na grelha de partida em vez do 13º lugar da qualificação, pois Joan Mir (Honda HRC Castrol) não recebeu o ‘OK’ dos médicos para competir hoje, mas que rapidamente mudou de rumo.

Miguel Oliveira ficou ‘preso’ atrás de Jorge Martín (Aprilia Racing) na discussão da trajetória logo para a primeira curva após o arranque para a Sprint de 13 voltas, e na segunda volta o português viria mesmo a sofrer um toque com o japonês Ai Ogura (Trackhouse Racing).

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O que diz Miguel Oliveira sobre a Sprint

Desse toque resultaram danos na aerodinâmica da Yamaha #88, com as asas dianteiras danificadas a causarem desequilíbrio no comportamento da moto japonesa pilotada pelo português.

A missão, a partir desse momento, passou a ser sobreviver até ao fim da corrida Sprint do Grande Prémio de São Marino. Sem argumentos para atingir o objetivo de terminar entre os 9 melhores e com isso pontuar, Miguel Oliveira recebeu a bandeira de xadrez em 16º, um resultado desapontante visto que o próprio piloto assume que tinha ritmo para discutir posições bastante mais acima na classificação de MotoGP, conforme explicou no fim da corrida:

“O começo foi traiçoeiro. Na primeira curva perdi a posição para o Martín, que tinha escolhido a mesma trajetória que eu escolhi, e perdi muito tempo na entrada da curva 2. Depois fiz um pequeno erro na curva 14 e dois pilotos passaram por mim, e na volta seguinte na curva 10 tive um contacto com o Ai Ogura, que me danificou a aerodinâmica frontal, e a partir desse momento tudo se tornou mais difícil. O meu ritmo não estava muito longe dos do Top 10, mas aquelas primeiras voltas custaram-me muito. Amanhã vou tentar aproveitar melhor a minha posição na grelha de partida”.

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