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Mundial Feminino 2025 – A reação de Madalena Simões à ronda de Assen

Madalena Simões reage em declarações exclusivas à Revista Motojornal ao que aconteceu na ronda de Assen do Mundial Feminino.

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Assen assinalou o regresso oficial às corridas de motos por parte da piloto Madalena Simões. O #22 voltou a entrar em pista, com a piloto de Sintra a concretizar a estreia no Mundial Feminino (WCR) durante a ronda neerlandesa que deu sinal de arranque da temporada 2025 deste campeonato.

Foi então um fim de semana repleto de descobertas.

Não só o paddock do Mundial Feminino é novo para a portuguesa que defende as cores da equipa FB Racing, como foi também obrigada a descobrir a sua nova Yamaha R7 em ambiente de competição – já tinha feito um teste em Cremona – e ainda rodou pela primeira vez na ‘Catedral da Velocidade’ que é o circuito de Assen.

Com todos estes ‘ingredientes’, Madalena Simões sentiu naturais dificuldades para acompanhar o ritmo das pilotos mais experientes.

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Mas, em declarações exclusivas à Revista Motojornal em reação ao fim de semana em Assen, onde conseguiu um 21º e 23º lugares nas corridas, confessa-nos que os objetivos foram cumpridos acumulando experiência e progredindo nos tempos, mas um problema físico ajudou a dificultar ainda mais a evolução ao longo das corridas:

“A sexta-feira marcou o início do fim de semana de treinos e foi também o meu primeiro contacto com esta pista. Aproveitei ao máximo para dar o maior número possível de voltas e, assim, aprender rapidamente o traçado e ganhar referências importantes. O meu foco neste primeiro fim de semana não esteve nas posições, mas sim na progressão dos tempos. Não conhecendo a pista e tendo ainda pouca experiência com a moto, sabia que lutar por posições seria muito difícil.

Entre sexta e sábado consegui cumprir o objetivo de baixar os tempos a cada saída para a pista, o que deixou a equipa satisfeita com a evolução. Apesar da posição final na corrida, alcancei aquilo a que nos tínhamos proposto.

No domingo, estava confiante de que conseguiria melhorar ainda mais, mas a chuva matinal alterou os planos. A pista acabou por secar a tempo da segunda corrida do dia, embora ainda com algumas poças e manchas de humidade. Optei por um ritmo mais cauteloso, com o objetivo de terminar em segurança. Mesmo sem melhorar o tempo de sábado, consegui aproximar-me do grupo da frente e estive a disputar a 22ª posição.

Durante ambas as corridas, especialmente na segunda metade, senti-me limitada devido ao arm pump, algo com que nunca tinha lidado antes. Senti que este problema me condicionou bastante, sobretudo na corrida de domingo. Agora, o foco é perceber o que originou essa limitação e chegar a Cremona com mais confiança e ainda mais preparada”.

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