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Tomás Alonso e Martim Jesus com estreias difíceis em Portimão nas Sportbike e Supersport

Os portugueses Tomás Alonso e Martim Jesus enfrentaram um fim de semana difícil de estreia nos mundiais Sportbike e Supersport.

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Se é verdade que a participação de Miguel Oliveira na ronda de Portimão do Mundial Superbike foi o grande foco das atenções dos mais de 82.000 fãs que marcaram presença no Autódromo Internacional do Algarve, também não nos podemos esquecer de outros dois pilotos portugueses que fizeram nesta ronda portuguesa a sua estreia: Tomás Alonso nas Sportbike e Martim Jesus nas Supersport.

Foram dias difíceis para ambos os pilotos, sendo que, na verdade, Tomás Alonso e Martim Jesus participaram na ronda de Portimão do Mundial Superbike tendo objetivos claramente diferentes.

Enquanto Tomás Alonso está agora integrado na equipa de Miguel Oliveira no novo Mundial Sportbike, onde vai competir a tempo inteiro nesta temporada 2026 aos comandos de uma Yamaha YZF-R7, no caso de Martim Jesus, o interesse foi levar e destacar as cores da equipa Rosa Competición MCL nos palcos maiores do motociclismo, tendo participado como ‘wildcard’ na categoria Supersport.

Nas Sportbike, Tomás Alonso, que alinha em 2026 na estreante formação Miguel Oliveira Team com uma Yamaha R7, uma moto que demonstrou ser das mais lentas entre o variado pelotão desta nova categoria, com a agravante, para Alonso, de que o material de preparação para a sua R7 chegou demasiado tarde, não teve assim à sua disposição as condições ideais e não escapou às últimas posições em ambos os dias.

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O antigo tricampeão nacional de Supersport 300, campeão nacional espanhol da mesma categoria e que tinha competido no Mundial Supersport 300 em 2025, foi 22º na Corrida 1 (que foi recomeçada) e na Corrida 2 vimos o #79 sentir mais dificuldades e cruzou a linha de meta em 29º.

Espera-se que agora com a chegada do material para preparar a sua moto ao mais alto nível seja possível a Tomás Alonso aproximar-se dos pilotos que em Portimão terminaram imediatamente à sua frente, numa evolução que se quer positiva nesta nova categoria Sportbike.

Também Martim Jesus, com a Honda CBR600RR da Rosa Competición MCL, deparou-se com um nível muitíssimo elevado no plantel do Mundial Supersport, vindo a abandonar por queda no sábado. No domingo cumpriria o desígnio de chegar ao final, terminando no 28º posto.

No caso do atual campeão nacional Stock 600, a sua participação em Portimão – vai também participar na ronda do Estoril – procurou servir de primeiro contacto com o topo da categoria Supersport. O piloto português competiu com uma moto com uma preparação Stock 600, o que ainda assim não o impediu de definir objetivos ambiciosos.

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Martim Jesus quis rodar no Autódromo Internacional do Algarve a cerca de 4 segundos dos mais rápidos em pista, objetivo esse que foi cumprido, colocando-se também bastante próximo dos tempos registados pelos pilotos que terminaram à sua frente, o que, tendo em conta as dificuldades sentidas neste ‘wildcard’ em Portimão, acaba por ser um resultado animador.

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