InícioDesportoDakar 2018: olhos postos em Fausto Mota

Dakar 2018: olhos postos em Fausto Mota

-

Depois das esperanças dos pilotos portugueses irem sendo aos poucos defraudadas, os olhos nacionais centram-se agora em exclusivo para a prestação de Fausto Mota aos comandos de uma Alfer PKL 450. Mas do que será capaz o piloto de Marcos de Canaveses?

Depois das principais promessas terem sido obrigadas a abandonar esta edição do Dakar, eis que a imprensa nacional e os adeptos das motos de competição voltam as suas esperanças para Fausto Mota. Nascido em Setembro de 1977, não se pode dizer que o seu palmarés seja o de um piloto amador. Muito pelo contrário. Com uma forte ligação à vizinha Espanha(onde para além de residir, está federado, Fausto Mota foi Campeão de Espanha de Motorally no ano de 2007. Mais tarde, por entre presenças em raids e outras aventuras no todo-o-terreno, o piloto nascido em Portugal, classificou-se na 3ª posição do Red Bull Romaniacs Expert em 2012. No ano seguinte, seguiu-se o título de Campeão no Rally dos Sertões, na Classe Super Produção e 7º da Geral, para em 2015 sagrar-se Campeão Português em Rally TT.

O ano passado terminou o Dakar na 49ª posição, isto depois de se ter estreado na prova em 2011, altura que concluiu no 54º posto.

- PUBLICIDADE -

Para 2018, naturalmente que as suas perspectivas de um bom resultado surgem de forma quase natural, já que segundo o próprio revela as dunas não me assustam. Para já, terminou a 1ª etapa na 56ª posição e a 2ª no 72º lugar, o que o atirou provisoriamente para o 62º posto. No entanto, tudo ainda está no início deste Dakar…

Como vai a classificação

Entretanto, lá na frente a luta pelas posições cimeiras continua, agora que estão já cumpridas as duas primeiras etapa do Dakar. Na liderança Joan Barreda em Honda CRF450 dá o mote, com a marca nipónica a colocar – até agora – três das suas motos no top ten. O espanhol revelou no final da etapa de ontem que foi “uma dura etapa com alguma confusão no início, quando nos temos que manter a nossa concentração. Saltei uma duna e caí sobre a minha mão e senti o resultado nos quilómetros seguintes. A parte final foi bastante rápida e consegui alguma margem e no final deu resultado. Amanhã teremos que [NDR: ser os pilotos das motos] a abrir a pista e tudo voltará a mudar novamente, mas sempre soubemos que assim seria e vamos tentar fazer o nosso melhor”.

 

- PUBLICIDADE -